
Críticas à atuação política de Lula e aos desdobramentos de casos de corrupção ganham dimensão internacional e alimentam o debate sobre impunidade e relações externas do Brasil.
Tanto nos mandatos de Lula da Silva quanto nos de Dilma Rousseff foi aplicada a estratégia da esquerda, de criar uma arquitetura de impunidade que os protegesse e siga protegendo de serem punidos por crimes e atos de improbidade.
Os crimes e atos de improbidade cometidos, como fraudar licitações e contratos em obras das empreiteiras brasileiras, no exterior, funcionou como um modelo de exportação da tradicional corrupção lulista. O financiamento de obras de engenharia pesada no exterior representou a vertente transnacional da arquitetura da impunidade.
Este modelo criado e chefiado por Lula da Silva e partidos de sua base eleitoral exportou a dinâmica de superfaturamento e subornos desenvolvida no Brasil, para mais de uma dezena de países na América Latina e na África.
O Triângulo Geopolítico do Suborno
A engrenagem funcionava por meio de uma triangulação que envolvia o governo brasileiro, as grandes empreiteiras (lideradas pela Odebrecht) e os governos estrangeiros aliados/cooptados. Funcionava assim:
Empréstimos feitos pelo BNDES: O banco público brasileiro, por ordem de Lula, concedia empréstimos bilionários a governos de países cooptados pelos esquemas de corrupção tais como, Cuba, Venezuela, Angola, Moçambique e Peru. Para driblar aspectos jurídicos o dinheiro não saía do Brasil, pois o BNDES pagava diretamente à empreiteira brasileira contratada para realizar obras como portos, metrôs, hidrelétricas e o país estrangeiro assumia a dívida com o banco.
Superfaturamento do valor das obras e Aditivos contratuais fraudulentos: Uma vez garantido o monopólio da obra pelo financiamento já corrompido desde o empréstimo pelo BNDES, as empreiteiras inflavam os custos dos projetos por meio de sucessivos aditivos contratuais aprovados sem concorrência pelos governos de Cuba, Venezuela, Angola, Moçambique e Peru.
A Logística Global da Propina: O lucro excedente gerado por esses aditivos alimentava o Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht. A empresa utilizava uma rede de contas offshore em paraísos fiscais e bancos na Suíça para transferir as propinas diretamente para as contas secretas de presidentes, ministros e diretores das estatais dos países onde as obras eram executadas.
O Foro de São Paulo, comandado por Lula da Silva chefiava o esquema internacional, enquanto enriquecia a si, seus amigos, parentes, protegidos, e artistas cooptados no esquema no Brasil e em todos os países citados.
Casos Emblemáticos da Exportação de Infraestrutura
As obras financiadas ou executadas nesse ecossistema de corrupção que o lulismo exportou tornaram-se marcos do desperdício de recursos e da cooptação criminosa de presidentes e funcionários de governos estrangeiros.
Algumas das obras mais fraudadas e com as quais o Foro de São Paulo (a Internacional Socialista/Comunista de Lula e Fidel) mais lucrou com propinas dos esquemas de corrupção foram:
Porto de Mariel (Cuba): Recebeu mais de US$ 680 milhões (cerca de 3,5 bilhões de reais) em financiamento do BNDES. A obra foi cercada de sigilo de Estado decretado pela esquerda brasileira sob a justificativa de segurança nacional, o que impediu auditorias em tempo real pelos órgãos de controle nacionais.
Metrô de Caracas e Ponte sobre o Rio Orinoco (Venezuela): Projetos bilionários que receberam aportes volumosos do governo. Várias obras integrantes desses projetos foram abandonadas pelas construtoras no auge das investigações da Lava Jato, restando estruturas inacabadas e calotes bilionários ao erário brasileiro, enquanto Lula da Silva, Dilma Rousseff e o PT seguiam enriquecendo vertiginosamente.
Gasodutos e Rodovias (Peru): O Peru foi o epicentro institucional do escândalo no exterior, a ponto de a operação brasileira passar a ser estudada em vários países como um dos maiores esquemas de corrupção na história da humanidade. O suborno pago para garantir a concessão da Rodovia Interoceânica e de projetos de irrigação resultou na queda, prisão ou suicídio de quatro ex-presidentes peruanos, como já listei em artigos anteriores desta série.
Blindagem mafiosa sob o disfarce do “Segredo de Estado” criado por Leis Desonestas
A arquitetura da impunidade para proteger essas operações internacionais baseou-se em mecanismos de repressão à transparência pública, que assim se deu e segue o correndo:
Classificação de Sigilo: Durante as gestões petistas e demais partidos socialistas/comunistas da base lulista, os contratos de financiamento à exportação de serviços de engenharia pesada para países como Cuba e Angola foram classificados como secretos ou ultrassecretos. Essa medida blindou as operações de investigação profunda do Tribunal de Contas da União (TCU) e da opinião pública por anos.
A Garantia do FGE: Quando os governos estrangeiros calotearam as parcelas dos empréstimos (como ocorreu com Venezuela, Cuba e Moçambique), o Fundo de Garantia à Exportação (FGE), abastecido com dinheiro do Tesouro Nacional brasileiro, cobriu os prejuízos, enquanto a Economia do Brasil seguia e segue ladeira a baixo. Caímos de 6ª maior economia para a 10ª por causa dos governos socialistas/comunistas e escalamos 38 posições na percepção da corrupção, segundo a Transparência Internacional.
O BNDES recebeu parte do dinheiro de volta, mas o prejuízo final foi transferido diretamente para os contribuintes brasileiros, inclusive os que não votam na esquerda nem se deixam cooptar pela corrupção unipessoal ou pluripessoal, como você e eu.
O Desmanche Jurídico Transnacional
A derrocada da engrenagem transnacional ocorreu a partir do acordo firmado pela Construtora Odebrecht com o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) no final de 2016.
Ao confessar a culpa pela corrupção generalizada e admitir o pagamento de quase US$ 800 milhões (cerca de 4,5 bilhões de reais) em subornos no exterior, a Construtora Odebrecht abriu as portas para uma avalanche de processos criminais em toda a América Latina.
Mas, a arquitetura da impunidade entrou em cena e nos anos seguintes recuperou terreno pela proteção do STF de Lula da Silva. Decisões do Supremo Tribunal Federal brasileiro suspenderam a cooperação jurídica internacional e anularam provas eletrônicas obtidas nos sistemas criptografados da empreiteira (MyWebDay e Drousys), alegando falhas processuais na cadeia de custódia.
Essas anulações no Brasil enfraqueceram e paralisaram as ações penais contra os políticos e operadores financeiros envolvidos nos desvios de dinheiro público no âmbito nacional e internacional, enquanto ignorantes, idiotas úteis, artistas cooptados, e burros carregados de letras, eleitores da esquerda seguiam e seguem adorando ao “porco orwelliano”.
Lula vai seguir mentindo nos púlpitos dos debates em que comparecer e seus eleitores seguirão acreditando em suas mentiras porque estão sob efeito da colonização de mentes que o socialismo/comunismo produz.
Mas, há um “novo exército” nas ruas do Brasil, gerações que não suportam mais políticos hipócritas; que aprenderam a dizer, eu penso, eu protesto; que sabem que a política de merda que se pratica no Brasil só leva à miserabilização da Nação; gerações que sentem na pele, que dos esgotos do congresso nacional nada de bom aparece para proteger a nação; que por lá circulam ratos que cotidianamente roem os cofres públicos.









