Auditoria interna leva a operação contra servidores do BRB

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Apuração teve origem em auditoria interna solicitada pelo GDF e resultou em operação com mandados de busca em agência de Taguatinga

 

Uma investigação envolvendo o Banco de Brasília (BRB) ganhou novos desdobramentos nesta quinta-feira (7), após ações coordenadas pelas autoridades de segurança do Distrito Federal. A apuração, que teve início a partir de uma sindicância interna do próprio banco, passou a mirar dois funcionários da instituição e também um familiar da ex-deputada Flávia Arruda.

Ao todo, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, incluindo diligências em uma agência localizada em Taguatinga. Os servidores são suspeitos de envolvimento em operações irregulares relacionadas à venda de ativos para fundos de investimento.

Segundo informações oficiais, a investigação foi provocada pela atual gestão do BRB após a identificação de indícios de irregularidades em processos internos. O pedido de apuração partiu do Governo do Distrito Federal, sob determinação da governadora Celina Leão.

Em nota, a governadora destacou que a operação conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal decorre diretamente de iniciativa do próprio banco, reforçando o compromisso com a transparência e o rigor nas apurações.

“A operação deflagrada hoje (7) pela Polícia Civil do Distrito Federal é resultado de uma investigação iniciada pelo próprio BRB, a partir de auditoria interna realizada pelo banco. Desde a identificação das irregularidades, todas as informações foram encaminhadas às autoridades competentes para apuração rigorosa dos fatos. Não haverá complacência com qualquer desvio de conduta dentro da instituição. O compromisso do Governo do Distrito Federal é preservar a integridade do BRB, assegurar transparência nas apurações e garantir que eventuais responsáveis sejam punidos na forma da lei”, afirmou.

As investigações seguem em andamento e buscam esclarecer a extensão das possíveis irregularidades, bem como identificar todos os envolvidos no caso.