quinta-feira, 30 de julho de 2026 12:12
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Susana Vieira diverte ao revelar perguntas curiosas que faz ao ChatGPT

(crédito: Reprodução/Instagram@susanavieiraoficial)

 

Atriz contou no “Conversa com Bial” que costuma recorrer à inteligência artificial para tirar dúvidas inusitadas e também comentou críticas feitas ao remake de “Vale Tudo”.

A atriz Susana Vieira, de 83 anos, divertiu o público durante participação no programa “Conversa com Bial”, exibido na última terça-feira (28), ao revelar uma das perguntas mais curiosas que já fez ao ChatGPT.

Em tom descontraído, a artista elogiou a ferramenta de inteligência artificial e contou que costuma utilizá-la pelo celular para esclarecer dúvidas do dia a dia.

“Acho genial o cara que inventou isso [o ChatGPT]. Tenho no meu celular. Uma vez perguntei por que a vaca que ouve música dá mais leite que a outra que não ouve música. Isso me encantou”, afirmou.

Ao ser questionada pelo apresentador Pedro Bial sobre a resposta recebida, Susana respondeu com bom humor. “A resposta vem, só que é um pouco prolixa”, brincou, arrancando risos da plateia.

Outro momento da entrevista que repercutiu nas redes sociais foi quando a atriz comentou as críticas que havia feito anteriormente à interpretação de Debora Bloch como Odete Roitman no remake da novela “Vale Tudo”.

Susana admitiu estar envergonhada após ser contrariada pela atriz Lilia Cabral ao comentar sobre a personalidade de Beatriz Segall, intérprete da personagem na versão original da novela, exibida em 1988.

“Eu estou com vergonha de ter falado sobre a Beatriz Segall, porque eu falei que era uma pessoa distante, de difícil acesso. Ela falou tudo ao contrário, que ela era uma bonequinha, que ela era um amor, um chuchu”, disse, provocando risos de Pedro Bial.

Apesar do reconhecimento, Susana manteve sua opinião sobre a nova versão da personagem. Segundo ela, a atuação de Debora Bloch não transmitia o mesmo temor que Beatriz Segall despertava naturalmente na versão original da trama.

A atriz afirmou que essa foi a principal diferença percebida por ela no remake e avaliou que Debora “realmente tinha que dar um pouco mais de cor para fazer as coisas”, reforçando sua visão sobre a construção da icônica vilã.