
Vice-governador tem 14,1 pontos de vantagem sobre o ex-governador Marconi Perillo; o tucano é o mais rejeitado
O vice-governador Daniel Vilela (MDB) inicia o ano como favorito na disputa pelo governo de Goiás. O emedebista aparece em primeiro lugar nas simulações espontânea estimulada, além de ter pequena rejeição entre os eleitores goianos. Os números são da Directa Pesquisas e foram divulgados nesta segunda-feira (19/1).
Daniel Vilela tem 36,7% das intenções de voto na estimulada. Em segundo lugar, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) marca 22,6%. A vantagem do vice-governador sobre o tucano é de 14,1 pontos percentuais. Em terceiro, o senador Wilder Morais (PL) registra 9,5% das menções estimuladas. O senador anunciou a pré-candidatura em novembro passado, mas o partido ainda avalia aliança com a base governista.
A deputada federal Adriana Accorsi (PT) tem 4,3% das intenções de voto e o vereador Edward Madureira, também do PT, é lembrado por 0,8%. A legenda ainda não escolheu um pré-candidato ao governo, o que motivou a sondagem de dois nomes pela Directa. Dos entrevistados, 5,5% pretendem anular o voto e 20,6% estão indecisos.
Espontânea e rejeição
Na simulação espontânea, sem que os nomes do pré-candidatos ao governo sejam mostrados aos eleitores, Daniel Vilela lidera com 12,6%. Em segundo, Marconi Perillo tem 5,8%. O governador Ronaldo Caiado, que não pode concorrer novamente ao cargo, é lembrado por 3,4%.
A deputada Adriana Accorsi tem 2,9% na espontânea e aparece numericamente à frente de Wilder Morais, com 2,5%. Na espontânea, os indecisos ainda são a grande maioria do eleitorado, com 68,1%.
O ex-governador Marconi Perillo é o mais rejeitado entre os pré-candidatos ao Palácio das Esmeraldas. O tucano é rejeitado por 16,7%, número três vezes maior que o de Adriana Accorsi, em segundo com 5,4%. Wilder Morais é rejeitado por 2,6% e Daniel Vilela por 2,5%. Dos eleitores, 18,2% rejeitam todos os nomes apresentados, enquanto 49,5% não rejeitam nenhum.
A Directa Pesquisas entrevistou 1,2 mil eleitores, em 44 municípios, entre os dias 8 e 12 de janeiro. A margem de erro do levantamento é de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 09710/2026









