
Com a chegada da Black Friday nesta sexta-feira (28), especialistas alertam para o aumento de fraudes virtuais que miram consumidores em busca de promoções. Criminosos têm criado sites falsos que imitam visualmente páginas de grandes varejistas, reproduzindo cores, logos e layouts quase idênticos para aplicar golpes durante o período de maior movimentação no comércio eletrônico.
O método mais comum utilizado pelos golpistas é a criação de URLs muito semelhantes às originais, com alterações quase imperceptíveis — como a substituição da letra “i” por um “l” minúsculo. O truque visual pode enganar compradores desatentos, levando-os a sites fraudulentos que roubam dados pessoais e bancários.
Como se proteger
A principal recomendação é verificar com cuidado o endereço eletrônico antes de finalizar qualquer compra. No celular, um sinal de segurança é quando o link abre diretamente o aplicativo oficial da loja, indicando que se trata do domínio verdadeiro.
Outra prática comum dos criminosos é o uso de engenharia social, enviando e-mails, mensagens ou anúncios que direcionam para páginas maliciosas. Por isso, é essencial não clicar em links recebidos de desconhecidos ou em ofertas que não foram solicitadas.
A orientação é sempre acessar o site digitando o endereço diretamente no navegador ou buscando a loja por meio de seus canais oficiais. Assim, o consumidor reduz significativamente o risco de cair em golpes durante a data que promete grandes descontos — mas também atrai criminosos em busca de vítimas.











